quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Boas Festas a todos os meus irmãos!!!





Encontrei esta "oração" que acredito vem bem a calhar, tanto no meu atual momento de vida como também neste momento da humanidade como um todo, onde os dias se fazem, muitas vezes sombrios, com tantas calamidades e coisas acontecendo que nos deixam sem a esperança de um dia melhor. Rezo pra que a humanidade acorde e possa enxergar além do véu que um novo mundo está nos esperando, um mundo mais brilhante, mais justo e mais feliz.

Desejo do fundo do meu coração que todos os meus irmãos possam encontrar a felicidade que bate à nossa porta todos os dias. Não a felicidade do momento, mais a felicidade real, aquela que faz com que todas as nossas cargas se tornem leves e fáceis de se carregar pois encontramos a verdadeira alegria de viver.

———

Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO,
mesmo sabendo que as rosas não falam...

Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera pode não ser tão alegre...

Que eu não perca a VONTADE DE VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa...

Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas...

Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir, esta ajuda...

Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras
forças querem que eu caia...

Que eu não perca a VONTADE DE AMAR, mesmo sabendo que a
pessoa que eu mais amo pode não sentir o mesmo sentimento
por mim...

Que eu não perca a LUZ E O BRILHO NO OLHAR, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo escurecerão meus olhos...

Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos...

Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas...

Que eu não perca o SENTIMENTO DE JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu...

Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos...

Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VER, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma...

Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia...

Que eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado...

Que eu não perca a vontade de SER GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno...

E acima de tudo...

Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente!

Que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois...

A Vida é construída nos sonhos e concretizada no AMOR!

(Francisco Cândido Xavier)

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Grande abraço a todos!!!

Marcello Job

domingo, 23 de dezembro de 2007

Feliz Natal!



Meus queridos amigos e irmãos,

que nosso Pai Oxalá se faça presente em nossos corações e em nossos lares nesse Natal! E que Ele nos abençoe com um Novo Ano de muita luz, paz, alegrias, saúde, amor e prosperidade!

Peçamos, também, que Ele abençoe a Casa de Caridade Pai Benedito de Angola e a todos que nela trabalham, seja fisicamente ou espiritualmente.

Muita Paz!


PS: ao que tudo indica, 2008 será regido pelo nosso Pai Ogum, que Ele nos proteja. Ogunhê!


SEJA NATAL!

O Espírito do Natal chega cedo, vem nas notas silenciosas do tempo, como música que se ouve só, mas que contagia todos os presentes, e até o mais humilde dos seres, o prisioneiro na cela, o doente na maca, o solitário na clausura, o revoltado do barraco, o indigente das ruas, o menino que sonha sozinho, todos se perdem comovidos com a canção, com esperança sonham, é tempo de renovação...
Lá está o Grande Maestro, repleto de luz, envolto em carismas e santidade, quer falar aos corações mais sofridos: " Eu sou o caminho, a verdade e a vida", quem chega até esta porta será bem recebido, de pão se fartará e tomará da água eterna, sou o próprio sentimento da criança, sou mais que uma simples esperança, sou mais do que um dia de festa, mais do que a fartura na mesa, mais que os brindes exagerados, mais que uma noite que finda...
Seja você, mais do que enfeite na árvore da sala, seja tomado pelo espírito renovador do Cristo, se faça presente, seja consolador, e eu insisto: seja o que perdoa, ama e ampara. Movido pelo amor, seja luz que clareia na escuridão, ainda que vela pequena, sempre será um clarão. Estrela pequenina que indica, nasceu o menino em Belém, vamos todos adorar, vem! È Jesus que renasce em você, É Jesus que proclama: seja feliz: aqui e agora, todo dia e em todo lugar. Mais do que um dia sem igual, com Jesus, todo dia é dia de Natal.
Seja você, um feliz Natal!

(Paulo Roberto Gaefke)


DESEJO A TODOS UM MARAVILHOSO NATAL E QUE 2008 SEJA REPLETO DE REALIZAÇÕES...

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO!!!!!!

BJOKINHAS

FABIANA

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Eparrei Iansã!

"O vento bateu na saia de Iansã
o vento bateu pra Iansã rodar"

Hoje é 4 de dezembro, considerado dia de Santa Bárbara, santa católica sincretizada com Iansã. Portanto, dia de Iansã... Eu, como uma boa filha de Iansã (com a licença de Iemanjá), não poderia deixar de falar dessa mãe maravilhosa. Pra mim Iansã representa a força, a coragem e até mesmo a fé. Quantas vezes achei que não seria capaz de fazer algo, mas segurei nas mãos de Iansã, aceitei o desafio e, felizmente, tudo deu certo... Quando o medo parece me dominar é hora de chamar por essa Mãe Querida. E ela sempre me acode! Confiem!

"Oh Iansã, a senhora está sorrindo
Oh Iansã, o seu manto é uma beleza
Oh Iansã és a deusa da Natureza

Eu vou lhe dar rosas amarelas
Entre as rosas és a mais bela"

EVANGELHO DO DIA 30/11:
Iansã é uma das mães Orixás mais cultuadas dentro da Umbanda e do Candomblé. Seu nome vem do yorubá - Iyá Mesan (a mãe de nove filhos). Iansã simboliza o aspecto guerreiro e protetor da Mãe Divina. É o arquétipo da mulher determinada, que vai a luta e não espera as coisas acontecerem. Como vibração divina, Iansã é o próprio axé que movimenta toda Criação. É também força direcionadora dentro da vida dos seres humanos. Senhora da Lei, és aplicadora e desencadeadora dos processos cármicos ligados a justiça divina. Mas é também, amparadora e guardiã dos trabalhos dármicos (missão) desempenhados por diversas consciências encarnadas aqui na Terra. Seu elemento é o ar na sua forma mais revolta. Muito comum também associá-la as tempestades e a qualquer tipo de evento climático. Na Umbanda está ligada as pedreiras, devido a sua forte ligação com Xangô. Tem como símbolos principais o raio e a espada. O raio é o símbolo da Justiça Divina atuando no plano físico. A espada é o instrumento da Lei, que zela, protege e ampara a todos. Em um nível mais profundo e romântico, o raio é a força que ilumina as trevas do ego, iluminando assim, toda nossa sombra psíquica e mostrando-nos o caminho verdadeiro para a auto-realização espiritual. A espada é o símbolo da luta pessoal, do melhoramento, da morte dos próprios vícios e viciações. Seu sincretismo acontece com Santa Bárbara, santa católica, que tem como símbolos o cálice e a espada, além de ser evocada durante as tempestades. O sincretismo afro-católico sempre foi e ainda é muito importante dentro dos rituais afro-brasileiros, especialmente dentro da Umbanda. Entendemos e vemos Santa Bárbara como uma manifestadora das qualidades de Iansã. Santa Bárbara é Iansã, Iansã não é “apenas” Santa Bárbara, mas através dela, percebemos uma manifestação humana dessa força. Santa Bárbara é, na linguagem própria do culto, uma filha iluminada de Iansã, que reflete em todos os sentidos as qualidades desse Orixá. Uma “alma-partícula de Iansã”, enviada pela Mãe a Terra... Além disso, aqui o conceito de egrégora torna-se extremamente importante, pois quando alguém ora e eleva-se através de Santa Bárbara, acessa mentalmente uma egrégora (somatório coletivo de pensamentos e sentimentos elevados) construídos através dos muitos anos que existe o culto a essa santa. Mais do que isso, também acessa e entra em sintonia com os espíritos socorristas que atuam dentro dessa egrégora de Santa Bárbara. A isso, soma-se dentro da Umbanda, a egrégora/vibraçã o de Iansã e o trabalho de seus muitos falangeiros, em uma síntese bem universalista e ecumênica, tão própria da religião. Lembrando sempre aos mais “tradicionalistas” , que os Orixás não são africanos, mas sim, são universais, estão em todos os povos, etnias e culturas. Como divindades amorosas que são, por todos velam, independente de raça, cor, língua, etc... Lembrando também, que talvez a única e verdadeira egrégora que exista seja a do AMOR INCONDICIONAL, e é por ela que Iansã e Santa Bárbara trabalham juntas, pois estão muito além das tolas convenções ou preconceitos dos seres humanos, pois é o amor, o amparo e o zelo pela humanidade, o que verdadeiramente importa a essas queridas Mães. Sua saudação é o Eparrei! (entoado de forma vibrante), som que faz referência ao barulho das trovoadas, além de ser uma saudação a força dos raios e tempestades. É um poderoso mantra de defesa espiritual, que pode ser vibrado mentalmente dentro do chacra frontal em situações de assédios e demandas espirituais. Seu toque dentro da Umbanda é o barravento, ritmo vindo da cultura bantu, percutido de forma veloz, que potencializa o axé movimentador da mãe, além de ser o toque ideal para que suas falangeiras dancem e girem pelo terreiro, “horizontalizando” e trazendo para o campo físico toda vibração e energia de Iansã. Iansã também é considerada a senhora dos eguns (espíritos desencarnados) . É ela que, depois da partida do cordão de prata, direciona os espíritos para o plano espiritual, depositando todos nas mãos amorosas de papai Obaluayê, Orixá responsável pelas passagens de um plano para o outro. Quando cultuada dessa forma, ganha o nome de Iansã das Almas ou Iansã do Balê. Balê é um nome africano para “casa dos mortos” ou cemitério. Suas festas e homenagens acontecem no dia 4 de dezembro, devido ao sincretismo católico. Sua cor é o amarelo e o vermelho. Seu número o nove. Nos cultos de nação é também chamada de Oyá, um epíteto para Iansã, nome que também faz referências a seus domínios em relação ao tempo climático.

Iansã é uma das mães Orixás mais cultuadas dentro da Umbanda e do Candomblé. Seu nome vem do yorubá - Iyá Mesan (a mãe de nove filhos). Iansã simboliza o aspecto guerreiro e protetor da Mãe Divina. É o arquétipo da mulher determinada, que vai a luta e não espera as coisas acontecerem. Como vibração divina, Iansã é o próprio axé que movimenta toda Criação. É também força direcionadora dentro da vida dos seres humanos. Senhora da Lei, és aplicadora e desencadeadora dos processos cármicos ligados a justiça divina. Mas é também, amparadora e guardiã dos trabalhos dármicos (missão) desempenhados por diversas consciências encarnadas aqui na Terra. Seu elemento é o ar na sua forma mais revolta. Muito comum também associá-la as tempestades e a qualquer tipo de evento climático. Na Umbanda está ligada as pedreiras, devido a sua forte ligação com Xangô. Tem como símbolos principais o raio e a espada. O raio é o símbolo da Justiça Divina atuando no plano físico. A espada é o instrumento da Lei, que zela, protege e ampara a todos. Em um nível mais profundo e romântico, o raio é a força que ilumina as trevas do ego, iluminando assim, toda nossa sombra psíquica e mostrando-nos o caminho verdadeiro para a auto-realização espiritual. A espada é o símbolo da luta pessoal, do melhoramento, da morte dos próprios vícios e viciações. Seu sincretismo acontece com Santa Bárbara, santa católica, que tem como símbolos o cálice e a espada, além de ser evocada durante as tempestades. O sincretismo afro-católico sempre foi e ainda é muito importante dentro dos rituais afro-brasileiros, especialmente dentro da Umbanda. Entendemos e vemos Santa Bárbara como uma manifestadora das qualidades de Iansã. Santa Bárbara é Iansã, Iansã não é “apenas” Santa Bárbara, mas através dela, percebemos uma manifestação humana dessa força. Santa Bárbara é, na linguagem própria do culto, uma filha iluminada de Iansã, que reflete em todos os sentidos as qualidades desse Orixá. Uma “alma-partícula de Iansã”, enviada pela Mãe a Terra... Além disso, aqui o conceito de egrégora torna-se extremamente importante, pois quando alguém ora e eleva-se através de Santa Bárbara, acessa mentalmente uma egrégora (somatório coletivo de pensamentos e sentimentos elevados) construídos através dos muitos anos que existe o culto a essa santa. Mais do que isso, também acessa e entra em sintonia com os espíritos socorristas que atuam dentro dessa egrégora de Santa Bárbara. A isso, soma-se dentro da Umbanda, a egrégora/vibraçã o de Iansã e o trabalho de seus muitos falangeiros, em uma síntese bem universalista e ecumênica, tão própria da religião. Lembrando sempre aos mais “tradicionalistas” , que os Orixás não são africanos, mas sim, são universais, estão em todos os povos, etnias e culturas. Como divindades amorosas que são, por todos velam, independente de raça, cor, língua, etc... Lembrando também, que talvez a única e verdadeira egrégora que exista seja a do AMOR INCONDICIONAL, e é por ela que Iansã e Santa Bárbara trabalham juntas, pois estão muito além das tolas convenções ou preconceitos dos seres humanos, pois é o amor, o amparo e o zelo pela humanidade, o que verdadeiramente importa a essas queridas Mães. Sua saudação é o Eparrei! (entoado de forma vibrante), som que faz referência ao barulho das trovoadas, além de ser uma saudação a força dos raios e tempestades. É um poderoso mantra de defesa espiritual, que pode ser vibrado mentalmente dentro do chacra frontal em situações de assédios e demandas espirituais. Seu toque dentro da Umbanda é o barravento, ritmo vindo da cultura bantu, percutido de forma veloz, que potencializa o axé movimentador da mãe, além de ser o toque ideal para que suas falangeiras dancem e girem pelo terreiro, “horizontalizando” e trazendo para o campo físico toda vibração e energia de Iansã. Iansã também é considerada a senhora dos eguns (espíritos desencarnados) . É ela que, depois da partida do cordão de prata, direciona os espíritos para o plano espiritual, depositando todos nas mãos amorosas de papai Obaluayê, Orixá responsável pelas passagens de um plano para o outro. Quando cultuada dessa forma, ganha o nome de Iansã das Almas ou Iansã do Balê. Balê é um nome africano para “casa dos mortos” ou cemitério. Suas festas e homenagens acontecem no dia 4 de dezembro, devido ao sincretismo católico. Sua cor é o amarelo e o vermelho. Seu número o nove. Nos cultos de nação é também chamada de Oyá, um epíteto para Iansã, nome que também faz referências a seus domínios em relação ao tempo climático.