sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Segue


Enquanto te fixas nos acontecimentos de ontem, perdes os belos amanheceres que hoje começam e se prolongarão indefinidamente.
Quem ama e aspira à felicidade não se detém no passado, utilizando-se das suas lições para crescer no futuro.
*
A base do edifício permanece ignorada e é o elemento principal da sua segurança.
A raiz escondida no solo sustenta a gigantesca sequoia.
*
Novas ideias para o porvir, assim como deveres novos devem constituir-se estímulo para o prosseguimento da marcha.
Existe em ti um depósito de valores desconhecidos que
esperam ocasião para serem postos a serviço.
*
Elimina hábitos censuráveis.Corrige comportamentos perniciosos.Supera sofrimentos injustificáveis.Caminha com passo firme na direção da meta.Fracasso aparente é o ensinamento de como não se deve tentara realização.Perturbação representa apelo à harmonia.Põe ordem em tua vida. *Ontem a tempestade danificou a tua seara.Hoje recupera-se o solo encharcado.Amanhã estarão cobertos de flores e de frutos, o jardim e opomar.*No momento máximo do desespero, confia no porvir.O desengano deste momento faculta ensejo para a confiançaporvindoura.Sempre há tempo para refazer e recomeçar.Não te demores, portanto, fitando o ontem, enquanto desperdiçaso prazer superior de hoje com as alegrias que chegarão amanhã


Joanna de Ângelis
(livro Momentos de Meditação, psicografia de Divaldo Franco
)

terça-feira, 13 de julho de 2010

Oração do perdão

Não me recordo a fonte dessa oração, mas a considero mágica. Como os amigos espirituais cansam de falar, sabemos o valor do perdão. O quanto ele nos liberta. Para alguém ferido, pode parecer que perdoar é mais uma forma de ferir o seu orgulho, o seu amor próprio. Mas perdoar não quer dizer aceitar que a pessoa lhe fira novamente. É saber que quanto mais mágoa ou raiva tivermos de alguém, mais nos aprisionamos àquela pessoa. Quando você aceita que todos somos humanos e podemos errar, perdoa e se liberta. Corta as correntes energéticas que aprisionam um ao outro e impedem a felicidade de entrar na sua vida.
Aproveite a oração para curar seu coração.


ORAÇÃO DO PERDÃO

A partir deste momento e para sempre
Perdoo todos os meus antepassados,
Perdoo todos os meus familiares,
Perdoo todas as pessoas que de alguma forma me ofenderam,
Perdoo especialmente quem me provocou até que eu perdesse a paciência.
Perdoo todas as pessoas que rejeitaram meu amor e carinho.

(Fazer uma pausa e respirar profundamente)

Agora, sinceramente, peço
Perdão a todas as pessoas que, consciente ou inconscientemente ofendi ou prejudiquei.
Perdão a mim mesma pelas queixas, ressentimentos e pela falta de fé.

(Fazer nova pausa e respirar profundamente)

Sinto-me em paz com minha consciência, dirijo-me ao meu Eu Superior pedindo perpetuação e proteção para este momento de imenso amor, por mim mesma, para todas as pessoas e para qualquer forma de criação divina.

Que assim seja e assim será. Amém.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Leitura - parte II

Sobre a desobsessão

"Há quem pense, entre os encarnados, que uma missão de libertação se dê apenas com palavras bonitas e carregadas de conteúdo moralista, doutrinário. Ignoram que regiões inteiras do mundo oculto, desde milênios, permanecem nas mãos das organizações trevosas. Por isso mesmo, é necessário ação intensiva por parte dos guardiões que, semelhantes aos detetives do plano físico, investigam, colhem informações, elegem comissões e investem todos os recursos a fim de promover a emancipação de muitos espíritos, mantidos como reféns em sítios umbralinos. Somente após todo esse trabalho, frequentemente menosprezado pelos religiosos e estudiosos, é que tais entidades são encaminhadas às chamadas reuniões de desobsessão, seja nas mesas espíritas ou nos terreiros de umbanda. Quando o espírito chega a incorporar nos médiuns, muito antes, no plano astral, toda uma preparação complexa e minuciosa já foi realizada." (p. 279)

Quem diria, não é? Quando a gente tem que lidar com um obsessor no Centro, nunca imaginamos que ele já passou por diversos processos até ser encaminhado para o local onde ele vai conseguir a assistência e o auxílio necessários. Pensando assim, vemos que fazemos parte de um processo muito maior e que a nossa missão é extremamente séria. Por isso, com médiuns devemos sempre prezar pelo estudo, pela retidão e pelo "orai e vigiai". Somos importantes, mas devemos cuidar para não nos deixarmos tomar pela vaidade. Tenho para mim que não é mérito nenhum ser médium, é mais uma forma de aprendermos e pagarmos os nossos "carmas"...

Leitura - parte I

Estou lendo um livro de nome "Legião - um olhar sobre o reino das sombras", de Robson Pinheiro. Quem conhece o autor, sabe que ele tem uma bagagem espírita, mas se aventura pela Umbanda.  Esse livro é denso, fala de todos os artifícios que as "sombras" utilizam na sua batalha contra o Bem. Coisas que a gente nem imagina...

Resolvi publicar aqui doi trechos que me parecem bastante interessantes.

Primeiro - o poder dos pretos-velhos

" (...) Normalmente, os magos das sombras temem os pais-velhos, porque estes em sua maioria, são também iniciados dos templos antigos e trazem na memória espiritual considerável bagagem a respeito de certos elementos da vida oculta, que muitos espíritos não detêm. Ao lado disso, mantêm-se encobertos na aparência singela de uma anciã ou ancião, geralmente disfarçados pela ausência do verniz da cultura escolar, a que o negro escravo, forma sob a qual se manifestam, não teve acesso. Entretanto, conhecem amplamente as áreas mais densas e sombrias dos planos inferiores, pois isso faz parte de sua capacitação para o enfrentamento dos magos, entre oputras habilidades, como o mais complexo domínio mental, as experiências com magia e processos iniciáticos, tanto quanto o poder de comando, atributos que inegavelmente possuem. Em virtude de tudo isso, enfrentar os magos negros sem o concurso desses espíritos capacitados, que muitas vezes se manifestam como uma mãe-velha ou um pai-velho tarimbados, é muitíssimo asrriscado ou, mo mínimo, imprudente." (p. 225-226).

Interessante, não? Muitas vezes, nos valendo das aparências, associamos os pretos-velhos à fragilidade. Na sua simplicidade, serenidade e humildade, com certeza se esconde muita sabedoria. Feliz de quem consegue enxergar isso e aprender com eles.

Saravá os pretos-velhos!

sábado, 1 de maio de 2010

O paradoxo do nosso tempo

* Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
* Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
* Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
* Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
* Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
*Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
* Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
*Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
* Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
* Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
* Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
* Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
* Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartável, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas “mágicas”.
* Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
* Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
*Lembre-se de dizer 'eu te amo' à(o) sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame muito. Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
* O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem! Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

George Carlim


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Dia 2 de fevereiro é o dia de Nossa Senhora dos Navegantes e de Iemanjá


Iemanjá


Dia de festa no mar,em Salvador cerca de trezentas mil pessoas homenageiam a mãe de todos os Orixás com flores, perfume e muito mais.

A festa é uma das mais importantes do estado. Traz uma multidão à praia do Rio Vermelho. A tradição completa 86 anos, quando pescadores fizeram uma oferenda à rainha do mar pedindo águas mansas e muitos peixes.

Até hoje, baianos e turistas oferecem flores, perfumes, espelhos e presentes à vaidosa Iemanjá.

Uma festa que reúne ainda filhas e filhos de santo de terreiros de Salvador.

No fim da tarde, os balaios com as oferendas serão levados para alto mar e não podem voltar para a praia não, porque quer dizer que Iemanjá não gostou.

Nossa Senhora dos Navegantes

Mais de cem mil pessoas participaram das homenagens em Porto Alegre. A festa religiosa é considerada uma das mais importantes no estado.

A imagem da santa saiu da Igreja do Rosário, no centro da cidade, e foi levada até a Igreja de Navegantes, num percurso de cinco quilômetros.

Muitos fiéis aproveitaram a caminhada para pedir e agradecer graças alcançadas. A procissão acontece há 135 anos.


sábado, 16 de janeiro de 2010

Orixá que protege 2010 -OXUM

Oxum
Rio que passa por Oxogbo, cidade nigeriana

Dia da semana: sábado

Número 5

Elemento: água doce

Domínio: águas, cachoeira, maternidade

Cor: dourada Instrumento: abebê

Oxum é o nome de um rio que passa em Oxogbo, cidade nigeriana, localizada na província de Ibadã, na Nigéria.

Ela é a deusa do amor, de acordo com a religião afro-brasileira, por isso é invocada para ajudar as pessoas que estão sozinhas a encontrarem sua alma gêmea.


Sua cor é dourada – símbolo da riqueza espiritual e material e sua saudação é Ora ye ye o!
Oxum era a segunda esposa de Xangô, deus da Justiça, tendo também vivido em outras épocas com Ogum, deus da luta/ferro, e Oxossi – deus da mata. Sua morada é nas cachoeiras e rios de água doce (axé, “força”, de muita importância, sem a qual não haveria vida na terra), onde costumam lhe entregar comidas e presentes.

Na África é chamada de Iyalodê, cargo ocupado pela mulher mais importante da cidade. Apesar da forte marca que Oxum carrega de maternidade, assim como Iemanjá, é geralmente associada e representada por uma deusa jovem. Foi rainha de Oyó, onde as mulheres que desejavam engravidar procuravam-na, sendo respeitadíssima como feiticeira. É considerada como a deusa do amor, beleza e dinheiro sendo a ela atribuído um gosto refinado por tudo o que é caro.

No Brasil associa-se Oxum ao ouro – afinal, é o metal mais valioso que conhecemos. Por sua beleza coquete e faceira, Oxum conquistou vários amores, mostrando sua docilidade. Sua dança insiste nesse aspecto: imitam-se os gestos delicados de uma mulher sensual que toma banho no rio, usa um pente de tartaruga, um espelho e um leque, sempre com muita graça.

Como todos os outros orixás, existem diversos tipos de Oxum, de acordo com a proximidade de uma tribo ou a profundidade do rio. Oxum pode ser maternal, uma jovem feiticeira ou uma guerreira. O abebê – espelho – e o leque fazem parte de sua indumentária, juntamente com suas roupas vistosas.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010


Os espíritos não resolvem seus problemas

Robson Pinheiro

Muita gente procura o centro espírita em busca de uma conversa direta com os guias espirituais. Talvez acreditem que, se tiverem oportunidade de conversar, chorar suas mágoas e defender suas idéias de autopiedade, os espíritos se mobilizarão para auxiliá-los e destrinchar suas dificuldades com toda a urgência e facilidade. Meu Deus, como muitos amigos(as) estão equivocados! Espírito nenhum resolve problemas de ninguém. Esse definitivamente não é o objetivo nem o papel dos espíritos, meu filho(a). Se porventura você está em busca de uma solução simples e repentina para seus dramas e desafios, saiba que os espíritos desconhecem quimera capaz de cumprir esse intento.

No espiritismo, não se traz o amor de volta; ensina-se a amar mais e valorizar a vida, os sentimentos e as emoções, sem pretender controlar os sentimentos alheios ou transformar o outro em fantoche de nossas emoções desajustadas.

Os espíritos não estão aí para “desmanchar trabalhos” ou feitiçarias; é dever de cada um renovar os próprios pensamentos, procurar auxílio terapêutico para educar as emoções e aprender a viver com maior qualidade.

Até o momento, não encontramos uma varinha mágica ou uma lâmpada maravilhosa com um gênio que possa satisfazer anseios e desejos, resolvendo as questões de meus filhos(as). O máximo que podemos fazer é apontar certos caminhos e incentivar meus filhos(as) a caminhar e desenvolver, seguindo a rota do amor.

Não adianta falar com as entidades e os guias ou procurar o auxílio dos orixás, como muitos acreditam, pois tanto a solução como a gênese de todos os problemas está dentro de você, meu filho. Ao menos no espiritismo, a função dos espíritos é maior do que satisfazer caprichos e necessidades imediatas daqueles que concentram sua visão nas coisas do mundo. Não podemos perder nosso tempo com lamentações intermináveis nem com pranto que não produza renovação. Nosso campo de trabalho é a intimidade do ser humano, e a cientização de sua capacidade de trabalhar e investir no lado bom de todas as coisas. Nada mais.

Tem gente por aí se deixando levar pelas aparências de espiritualidade. A grande multidão ainda não despertou para as verdades espirituais e acha-se com os sentidos embriagados e as crenças arraigadas em formas mesquinhas e irreais de viver a vida espiritual. Persegue soluções que lhe sejam favoráveis, e, em geral, tais soluções dizem respeito a questões emocionais ou materiais que meus filhos(as) não se sentiram capazes de superar. Ah! Como se enganam quanto à realidade do espírito.

O aprendizado da vida é longo, amplo e exige um esforço mental de tais proporções que não torna fácil romper com os velhos hábitos de barganhas espirituais aprendidos com as religiões do passado.

Fazem-se promessas, cumprem-se rituais na esperança de que os espíritos ou Deus concedam-lhes um favor qualquer em troca de seus esforços externos, que presumem sobrepor-se aos valores internos. Pensamentos assim resultam de uma educação religiosa deficiente e advêm de hábitos seculares que perduram nos dias atuais e carecem de uma análise mais profunda. Os indivíduos que agem com base nessas premissas evitam reconhecer sua responsabilidade nos acontecimentos que os atingem e pensam enganar a Deus com seu jeito leviano e irresponsável de tratar as questões espirituais. Fatalmente se decepcionam ao constatar que aquilo que queriam não se realizou e que as forças sublimes da vida não se dobraram aos seus caprichos pessoais.

Os problemas apresentados pela vida têm endereço certo, e não há como transferi-los para os espíritos resolverem. Se determinada luta ou dificuldade chega até você, compete a você vencê-la. Na sede de se livrar do processo educativo ministrado pela vida, meus filhos(as) esperam que , os espíritos, possam isentá-los de seus desafios. Isso é irreal. Não detem o poder de transferir de endereço a receita de reeducação que vem para cada um. Nenhum espírito minimamente esclarecido poderá prometer esse tipo de coisa sem comprometer o aprendizado individual. Foram chamados pelo Pai para auxiliar meus filhos(as) apontando o caminho ou a direção mais provável para alcançarem êxito na construção de sua felicidade.

Vejam como exemplo a atuação do próprio Nosso Senhor Jesus Cristo. Mesmo matando a sede e a fome de multidões, ele não arranjou emprego para ninguém. Curou e restabeleceu a saúde de muitos que nele acreditaram, mas não libertou ninguém das conseqüências de seus atos e escolhas. Sabendo das dificuldades sociais da época, não tentou resolver questões que somente poderiam ser transpostas com o tempo e o amadurecimento daquele povo. Em momento algum o vimos a prescrever fórmulas para dar fim a desavenças de ordem familiar, socioeconômica nem tampouco emocional, recomendando meios de trazer o marido de volta ou fazer a pessoa amada retornar aos braços de quem deseja. Uma vez que ele é o Senhor de todos os espíritos e não promoveu coisas nesse nível, como podemos nós, seus seguidores, sequer cogitar realizá-las?

O que podemos deduzir das atitudes de Nosso Senhor, meus filhos(as), é que, se ele não se dispôs a realizar tais demandas, que na época certamente existiam, é porque a natureza de seu trabalho era outra. Mesmo debelando os males, prestando o socorro que podia, ele não eximiu a população de enfrentar seus desafios. Quem recebeu o pão voltou a ter fome e inevitavelmente teve de trabalhar para suprir as próprias necessidades; quem foi curado teve de aprender a valorizar a própria vida, pois outras enfermidades viriam mais tarde; quem Jesus ressuscitou dos mortos desencarnou mais adiante. Em suma, o processo de reeducação a que conduzem os embates da vida é tarefa de cada um. Cristo Nosso Senhor apenas indicou a direção, mas cabe a cada seguidor palmilhar o caminho com suas próprias pernas, avançando com passos seguros e resolutos em seu aprendizado.

Através desse raciocínio, meu filho(a), você poderá compreender a razão pela qual não há proveito em recorrer aos espíritos para livrá-lo do sofrimento ou isentá-lo de dificuldades. Esse é o caminho do crescimento na Terra, e não há como fugir às próprias responsabilidades ou transferir o destino das tribulações. A dívida acorda sempre com o devedor, não há como se furtar a essa realidade.

Capítulo do livro Pai João, da Casa dos Espíritos Editora. (livro Alforria reeditado) Disponível em: http://www.rcespiritismo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=718&Itemid=25