27. Oxum ,quando canta na beira do rio
Faz um peixe ciscar na areia bis
É o Caboclo da Areia Branca
Que traz o ouro para minha senhora bis
Aiê-iê-ô
Oxum, quando canta na beira do rio
Faz um peixe ciscar na areia bis
A Aruanda já está em festa
Seu Areia Branca ilumina a terra bis
Aiê-iê-o
28. Foi na beira do rio, onde Oxum chorou
Foi na beira do rio, onde Oxum chorou
Chora Ai ê e ô, choram os filhos seus
Chora Ai ê e ô, choram os filhos seus
29. O rio é de Oxum, aiê-iê-o
O lago é de Oxum, aiê-iê-o
Águas de Oxum, aiê-iê-o
Aiê-iê, Oxum, aiê-iê (bis)
Água da cachoeira, aiê-iê-o
Força da cachoeira, aiê-iê-o
Água cristalina, aiê-iê-o
Aiê-iê, Oxum, aiê-iê
Águas de Oxum, aiê-iê-o
Aiê-iê, Oxum, aiê-iê
O rio passa na mata, aiê-iê-o
Na pedra uma cascata, aiê-iê-o
Oxóssi e Xangô, aiê-iê-o
Aiê-iê, Oxum, aiê-iê
Águas de Oxum, aiê-iê-o
Aiê-iê, Oxum, aiê-iê
Um vento na campina, aiê-iê-o
O rio corta a campina, aiê-iê-o
Iansã e Ogum, aiê-iê-o
Aiê-iê, Oxum, aiê-iê
Águas de Oxum, aiê-iê-o
Aiê-iê, Oxum, aiê-iê
O rio encontra o mar, aiê-iê-o
Nos braços de Iemanjá, aiê-iê-o
Mãe de Oxalá, aiê-iê-o
Aiê-iê, Oxum, aiê-iê
Águas de Oxum, aiê-iê-o
Aiê-iê, Oxum, aiê-iê
30. Ela é flor de maio (bis)
Se a minha mãe é uma flor de maio
Aeeieiô é flor de maio
Eu ouvi os prantos da mamãe Oxum
No alto da cachoeira
E ela prantava tanto
Esperando Ogum para jurar bandeira
Olha Oxum no lago, no lago Oxum
Eiei olha Oxum Cachoeira
31. Curimbembê, CurimbembáSete Flechasum grande orixá. (Bis)
Com sete dias de nascidoA Jurema o encontrouDeitado na folha secaO caboclo ela criouCurimbembê, CurimbembáSete Flechasum grande orixá. (Bis)
Nasceu na mata de OxóssiNa aldeia de JuremáO caboclo Sete FlechasIluminado por Oxalá
32. Quando os caboclos,
trazem as folhas da Jurema,
e os Pretos-Velhos
trazem arruda e Guiné.
Eles vêm trabalhar na lei de umbanda, têm licença de Aruanda
pra salvar a quem tem fé. (bis)
Sabíá canta alegre na palmeira,
e Xangô lá na pedreira
os seus filhos vem salvar.
Meu pai Ogum empunhando
a sua espada
com seu toque de alvorada
quando a linha vai chegar. (bis)
33. Lá na pedreira construiu seu trono
Com muitos raios para iluminar
Tem seu machado pra me defender
E um grande leão para me guardar (bis)
Kaô Kaô Kaô kabecile meu pai Xangô (bis)
Com as escrituras, profecia a vida
E o meu destino fui lhe entregar
A minha vida meu pai vai governar
E a sua justiça venho implorar
34. Mulher, mulher
Não tenha medo do seu marido
Se ele é bom na faca, eu sou no facão
Se ele é bom na reza, eu na oração
Se ele diz que sim, eu digo que não
Eu sou Zé Pilintra, ele é Lampião
35. Za za zaBoa noite meus senhores
Za za za boa noite venham cá
Za za za eu me chamo boiadeiro
Za za za aqui em qualquer lugar
Za za za boa noite meus senhores
Za za za boa noite venha cá
Za za za eu me chamo boiadeiro
Za za za não nego meu natural zazazaaaa...
36. Aindoke, eu dei um tiro quero ver zunir
Aindoke, eu dei um tiro quero ver cair
37. Com o meu chapéu de couro
Por Deus abençoado
Ao chegar peço licença
Para entrar nesse reinado (bis)
Ele é da Bahia
Esse baiano vale ouro
Ele é da Bahia
Salve o Seu Chapéu de couro
38. Cadê minha corda
de laçar meu boi
O meu boi fugiu
Eu não sei pra onde foi
39. A menina do sobrado mandou me chamar pelo seu criado
A menina do sobrado mandou me chamar pelo seu criado
Eu mandei dizer a ela estou vaquejando o meu gado
Olô boiadeiro eu gosto de samba arrojado
Olô boiadeiro eu gosto de samba arrojado
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